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Em busca de segurança, condomínio da Zona Leste de Marília escolheu a portaria remota Porter 24 de maio de 2016

Em busca de segurança, condomínio da Zona Leste de Marília escolheu a portaria remota Porter

Em condomínios residenciais, são inúmeros os desafios de um síndico. Além da responsabilidade inerente ao cargo, as adversidades do cotidiano tornam a tarefa ainda mais relevante. Neste contexto, a segurança merece atenção especial porque é a maior preocupação dos condôminos, na opinião do síndico Elias Batista, responsável por um condomínio da zona leste, que acaba de receber a Portaria Remota Porter do Brasil.

E foi por causa da segurança que o síndico, representante comercial de 40 anos, iniciou os estudos sobre as alternativas possíveis para aumentar a proteção ao condomínio. Junto com os membros do Conselho Fiscal foram realizados levantamentos e análise de projetos apresentados por algumas empresas.

Vencida a etapa dos estudos iniciais, o síndico e conselheiros visitaram a Central de Operações do Porter de Marília e o primeiro condomínio dotado de portaria remota, no final de 2.015. Ao conhecer o funcionamento do monitoramento de acesso 24 horas e toda tecnologia envolvida, eles agendaram outras visitas, desta vez dos condôminos.

"Em pequenos grupos, levamos vários condôminos para visitarem nosso primeiro condomínio com portaria remota. Eles tiraram dúvidas, assistiram às apresentações ?in loco? e observaram como tudo funciona", recordou Moreno Medeiros, gestor do Porter de Marília. Segundo ele, "ao apresentar a portaria remota em funcionamento fica mais fácil aos condôminos entenderem o conceito que está presente no Brasil inteiro há muitos anos e que trouxemos para Marília".

Segundo Elias Batista, "ser síndico exige muita dedicação. Você sempre tem que estar atento às necessidades dos condôminos e isso acaba fazendo com que a gente sempre esteja buscando alternativas para todas as necessidades". Conforme disse, "geralmente, a parte que a gente fica mais atento é a segurança. Quando o morador vem morar no condomínio ele está buscando mais segurança".

Sobre o gerenciamento de acesso, com a substituição dos funcionários pela portaria remota, Elias Batista observou que a qualidade da mão-de-obra é um dos problemas: "Mesmo que terceirize esse serviço, acaba sendo uma dificuldade encontrar a pessoa que atenda às necessidades". Outro fator apontado foi o econômico: "Para o condomínio, o maior custo é a portaria, é a segurança do condomínio", frisou.

Síndico Elias, moradores e equipe Porter de Marília na entrega do sistema.

Transparência

De acordo com o síndico, "buscamos informações, fizemos reuniões e levamos os moradores para conhecerem o sistema. Isso facilitou na hora de colocar em votação e aprovar uma portaria remota. Isso fez com que o morador, na hora da votação, já tivesse um conhecimento mais específico de como funciona".

Elias Batista explicou a opção pela Portaria Remota Porter afirmando que "outras empresas também têm o sistema. Mas, além de um sistema mais completo, que a gente encontrou no Porter, a gente encontrou essa proteção de que se tiver algum problema, tem a presença humana substituindo os equipamentos, sem custos para o condomínio".

Segundo Moreno Medeiros, "os equipamentos do Porter têm nobreaks que, caso falte energia elétrica, mantém em funcionamento as câmeras, interfones, travas eletroímãs, motores dos portões de pedestres e de veículos etc. Também contamos com gerador móvel para períodos prolongados de falta de energia. E se, ainda assim, houver algum problema temos o compromisso, em contrato, de deslocar funcionários para permanecerem no condomínio enquanto durarem os reparos, sem nenhum custo".

Após a primeira semana de funcionamento, o síndico Elias Batista avaliou positivamente a Portaria Remota Porter: "O que a gente percebe é a resposta do próprio morador. E a gente tem notado que os moradores têm recebido bem isto. Mesmo precisando de alguns ajustes, os moradores estão contentes".

Quanto ao investimento para implantação, o síndico afirmou que a economia compensará os gastos: "Hoje, a gente tem uma segurança 24 horas com um custo abaixo do que gastaria se tivesse os funcionários. Passamos a ter um controle sobre quem entra e sai do condomínio que, geralmente, é um local de fluxo grande de pessoas. São moradores, visitas, prestadores de serviço, entregadores. Com esse sistema temos o controle e uma maior segurança", finalizou.

Matéria: Célia Ribeiro