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Você está em: Principal » Blog » Geral » Inadimplência condominial: como manter a saúde financeira do condomínio

Inadimplência condominial: como manter a saúde financeira do condomínio

  • por João Filho
  • 22/12/2025
  • 17/12/2025
  • 7 mins leitura
Inadimplência condominial em 2026

Sumário

A inadimplência condominial é um dos maiores desafios enfrentados por síndicos e administradoras em todo o Brasil. 

Segundo a Valor Econômico, 17% dos condomínios registraram inadimplência no primeiro trimestre de 2025, impulsionada pelo aumento do custo de vida e pela inflação, que pressiona diretamente as taxas condominiais em todas as regiões do país. 

Mais do que cobrar taxas em atraso, lidar com a inadimplência condominial envolve entender suas causas, prevenir novos casos e adotar estratégias de negociação que preservem o relacionamento com os moradores sem comprometer a saúde financeira coletiva.

Esse assunto te interessa? Então acompanhe o conteúdo que o blog da Porter preparou para você e saiba como manter a saúde financeira do seu condomínio!

O que é a inadimplência condominial?

Inadimplência condominial é o atraso ou não pagamento das taxas obrigatórias do condomínio por moradores ou proprietários. Essa situação compromete o orçamento coletivo, afeta a manutenção das áreas comuns e pode gerar desequilíbrio financeiro, uso do fundo de reserva e impactos diretos na qualidade de vida do condomínio.

Qual o impacto na inadimplência condominial após a reforma tributária de 2026?

A reforma tributária de 2026 tende a pressionar os custos condominiais com a mudança na tributação de serviços, o que pode impactar o orçamento dos moradores e elevar a inadimplência, principalmente em condomínios sem planejamento financeiro e processos claros de cobrança.

A Lei Complementar nº 214/2025 inicia, a partir de 2026, a transição para um novo modelo de tributação sobre consumo e serviços no Brasil. Com isso, passam a vigorar dois novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de âmbito federal, e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência estadual e municipal.

Esses tributos substituem impostos como PIS, Cofins, ICMS e ISS, alterando a forma como empresas prestadoras de serviços estruturam seus preços. Serviços essenciais aos condomínios, como portaria, limpeza, segurança e manutenção, passam a ser impactados por essa nova lógica tributária.

Embora o condomínio não seja, em si, um contribuinte direto desses tributos como uma empresa de serviços, os reajustes realizados por fornecedores tendem a refletir nas taxas condominiais. Esse cenário exige atenção redobrada da gestão para evitar desequilíbrios financeiros e atrasos no pagamento das cotas.

Estratégias de prevenção da inadimplência condominial

Prevenir a inadimplência condominial é sempre mais eficiente do que lidar com cobranças atrasadas. A base dessa prevenção está na transparência, na previsibilidade e na comunicação constante com os moradores.

Uma das estratégias mais eficazes é a clareza no boleto condominial. Quando o morador entende exatamente o que está sendo cobrado, como funciona o rateio e quais despesas compõem a taxa mensal, a percepção de valor aumenta. A falta de entendimento, por outro lado, é um dos principais gatilhos de atraso.

Outra prática importante é a realização de assembleias condominiais bem organizadas, com apresentação clara do orçamento, previsão de despesas e possíveis reajustes. Assembleias bem conduzidas reduzem ruídos, evitam desconfianças e fortalecem o senso de responsabilidade coletiva.

Além disso, políticas internas bem definidas, como datas fixas de vencimento, regras claras para juros e multas e comunicação preventiva antes do vencimento do boleto, contribuem diretamente para reduzir a inadimplência.

Como negociar corretamente casos de inadimplência do condomínio 

A negociação de casos de inadimplência condominial exige equilíbrio entre firmeza, empatia e organização. Quando bem conduzida, ela ajuda a recuperar valores em atraso sem desgastar o relacionamento com moradores nem gerar riscos jurídicos para o condomínio.

Confira a seguir boas práticas para negociar a inadimplência condominial:

  • Adote uma abordagem profissional e respeitosa desde o primeiro contato, evitando julgamentos ou tom acusatório;
  • Entre em contato de forma rápida, discreta e objetiva, antes que a dívida se acumule;
  • Considere que, na maioria dos casos, a inadimplência está ligada a dificuldades financeiras temporárias;
  • Ofereça acordos viáveis, com parcelamentos claros e prazos realistas;
  • Formalize todos os acordos por escrito, conforme as regras do condomínio e a legislação vigente;
  • Garanta que os acordos sejam aprovados quando necessário e acompanhados de perto;
  • Evite qualquer tipo de exposição pública, constrangimento ou cobrança informal;
  • Lembre-se de que práticas inadequadas podem gerar desgaste interno e riscos jurídicos.

Essa condução estruturada aumenta as chances de recuperação dos valores e preserva a saúde financeira e relacional do condomínio.

Como usar a tecnologia na cobrança condominial?

A tecnologia tem papel fundamental na redução da inadimplência condominial, tornando a cobrança mais organizada, transparente e eficiente. Com o Aplicativo Porter, síndicos e administradoras centralizam boletos, notificações, histórico financeiro e comunicação em um único ambiente digital.

O envio automático de avisos de vencimento e atraso, aliado à visualização clara das despesas, reduz esquecimentos e evita abordagens desgastantes. Além disso, a transparência no acompanhamento financeiro fortalece a confiança dos moradores e incentiva o pagamento em dia.

Para entender como o Aplicativo Porter simplifica a gestão do condomínio, assista ao vídeo a seguir:

YouTube video

Conclusão

Viu só? Manter a saúde financeira do condomínio depende diretamente do controle da inadimplência condominial. 

Comunicação clara, regras bem definidas e apoio da tecnologia formam a base de uma cobrança eficiente e menos conflituosa. Quando esses elementos caminham juntos, o condomínio preserva recursos, reduz desgastes internos e mantém a qualidade dos serviços oferecidos aos moradores.

Quer reduzir a inadimplência condominial com mais controle, transparência e eficiência? Conheça o Aplicativo Porter e veja como a tecnologia pode transformar a gestão financeira do seu condomínio, simplificando processos e fortalecendo a relação com os moradores!

FAQ

O condomínio pode cobrar juros por atraso?

Sim. O condomínio pode aplicar juros e multa por atraso, desde que esses percentuais estejam previstos na convenção condominial ou aprovados em assembleia. A prática é comum e legal, respeitando os limites estabelecidos pela legislação civil.

É possível fazer acordo com morador inadimplente?

Sim. Acordos são permitidos e recomendados, desde que respeitem as regras internas do condomínio. O ideal é formalizar o acordo por escrito, com valores, prazos e condições claras, garantindo segurança jurídica para ambas as partes.

Existe prazo máximo para cobrança da dívida condominial?

Sim. As dívidas condominiais prescrevem, em regra, em cinco anos. Por isso, agir rapidamente e manter controle sobre os débitos é essencial para evitar perdas financeiras para o condomínio.

O morador inadimplente pode perder acesso a áreas comuns?

O acesso a áreas essenciais não pode ser restringido. No entanto, a convenção pode prever limitações ao uso de áreas de lazer, desde que não comprometam direitos básicos e estejam devidamente aprovadas em assembleia.

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