O ano de 2026 marca a entrada em vigor das principais mudanças da reforma tributária e, com isso, surgem dúvidas sobre como as mudanças no aluguel em 2026 afetam proprietários, inquilinos e condomínios.
A locação residencial sempre ocupou espaço importante na economia urbana e, com novas regras para tributos, contratos e reajustes, entender o que muda se torna essencial para manter a previsibilidade financeira e evitar conflitos entre as partes.
Neste conteúdo, você vai entender de forma simples e objetiva:
- O que a reforma tributária muda para proprietários;
- O que muda para inquilinos;
- Como ficam os reajustes e contratos vigentes;
- Impactos na tributação imobiliária a partir de 2026;
- Como condomínios devem se organizar.
Boa leitura!
Resumo rápido: as principais mudanças no aluguel em 2026
- Tributação do aluguel por meio da CBS (reforma tributária);
- Maior atenção para comprovação de despesas e declaração de rendimentos;
- Contratos podem seguir iguais, mas reajustes devem estar bem definidos;
- Condomínios podem sofrer impactos indiretos em custos e negociações.
O que a reforma tributária muda para proprietários
A CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) substitui tributos que incidem sobre prestação de serviços. O aluguel, quando vinculado à atividade econômica, passa a exigir mais organização documental.
O proprietário que aluga vários imóveis ou utiliza os rendimentos para atividade empresarial deve:
- Formalizar corretamente a tributação do aluguel;
- Organizar recibos, laudos, comprovantes de manutenção;
- Definir com clareza no contrato quem paga despesas extras.
Para locações residenciais comuns, a reforma não muda a cobrança do aluguel em si, mas traz mais rigor para fiscalização e enquadramento fiscal.
Proprietários que não se organizam podem enfrentar:
- Retenção de valores;
- Exigência de regularização retroativa;
- Multas e questionamentos na declaração.
O que muda para inquilinos
Para quem mora de aluguel, as mudanças no aluguel em 2026 são mais indiretas. O inquilino continua responsável pelas:
- Despesas ordinárias do condomínio;
- Contas de consumo;
- Taxa de administração (conforme contrato).
Entretanto, se o proprietário tiver custos extras com obrigações fiscais, isso pode influenciar negociações de reajuste.
Outro ponto importante: a reforma reforça o princípio da transparência contratual, o que beneficia inquilinos, pois qualquer cobrança precisa estar prevista e justificada.
Reajustes e contratos: o que permanece igual

Medidas centrais da Lei do Inquilinato seguem:
- Reajuste do aluguel por índice definido em contrato (IGP-M, IPCA, e etc);
- Revisões apenas por negociação ou ação judicial de reajuste;
- Responsabilidades sobre manutenção divididas entre partes.
Para contratos já assinados, as regras não retroagem. O que muda é a necessidade de:
- Evitar cláusulas genéricas;
- Especificar com clareza quais despesas podem ser repassadas;
- Registrar digitalmente alterações e acordos.
Síndicos e administradoras devem orientar os locadores sobre o impacto de taxas extraordinárias e fundos condominiais para evitar conflitos.
Tributação imobiliária em 2026: o que afeta o aluguel
Dentre as principais pontos de atenção:
| Tema | O que muda em 2026 |
| CBS e fiscalização | Mais rigor para enquadrar renda de locação |
| Formalização | Contratos digitais e recibos documentados ganham peso |
| Despesas do imóvel | Somente custos relacionados ao imóvel podem ser abatidos |
| Locação empresarial | Pode haver aumento da carga tributária |
A boa notícia: quem mantém contratos claros, organização financeira e documentação dificilmente terá impactos negativos.
Como condomínios devem se preparar
Mesmo não pagando aluguel diretamente, o condomínio participa deste cenário, pois custos indiretos podem aumentar e gerar:
- Maior inadimplência de moradores;
- Conflitos sobre responsabilidades de despesas;
- Questionamentos sobre cobranças extras.
Boas práticas para 2026:
- Comunicação clara sobre despesas ordinárias x extraordinárias;
- Controle digital e transparente das taxas condominiais;
- Registro automatizado de acessos e ocorrências.
Ferramentas como o Aplicativo Porter apoiam síndicos com:
- Emissão de comunicados;
- Auditoria de registros;
- Organização documental;
- Relatórios completos para assembleias.
Veja como ele funciona na prática:
Conclusão
As mudanças no aluguel em 2026 tornam o cenário mais estruturado, sem alterar a essência dos contratos. Os proprietários devem se organizar melhor, e os inquilinos ganham mais clareza sobre seus direitos.
Condomínios com gestão digital e processos claros terão mais proteção contra inadimplência e conflitos financeiros.
Agora que você já entende o que muda, este é o momento ideal para:
- Revisar contratos;
- Definir responsabilidades com precisão;
- Digitalizar a gestão para ter previsibilidade e segurança.
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FAQ
A reforma tributária aumenta o valor do aluguel em 2026?
Não obrigatoriamente. O reajuste continua definido pelo contrato. A reforma pode gerar custos fiscais ao proprietário, mas qualquer alteração no valor precisa ser negociada e registrada.
Contratos antigos precisam ser refeitos por causa da reforma?
Não. Eles continuam válidos. Recomenda-se apenas revisar cláusulas de responsabilidade para evitar cobranças indevidas.
O inquilino pode ser cobrado por custos da reforma tributária?
Não. Obrigações fiscais do proprietário não podem ser repassadas ao inquilino sem previsão contratual.
Quem paga fundo de reserva com as novas regras?
Como antes, o fundo de reserva é responsabilidade do proprietário, exceto quando usado para despesas ordinárias, conforme definido pela Lei do Inquilinato.
